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Homens são pegos com um drone dentro do presídio

Foto: Divulgação
Dois homens foram presos na tarde desta sexta-feira (20), dentro da área do semiaberto do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).
Luiz Eduardo Pereira de Albuquerque, 23, e João Bosco de Lima Franco, 23, foram presos com um drone transportando celulares, carregadores e rádio transmissor para dentro do regime fechado da unidade.

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

Vídeo flagra facilidade de troca de mercadorias entre presos do regime fechado e do semiaberto no COMPAJ

Foto: Divulgação
Por Alessandro Pereira

Um vídeo que circula na internet nesta segunda-feira (16/01/17), mostra uma pessoa ainda não identificada, repassando algum material para presos do regime fechado do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj).
No vídeo, podemos ver um homem que transita entre as alas do regime semiaberto e fechado do Compaj, Ele pega alguma coisa do chão, e repassa para um preso.
No áudio, podemos ouvir claramente alguém falando que seria um agente penitenciário ajudando os presos.
Tentamos contato com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), mas até o fechamento desta matéria não obtivemos resposta

Assista aqui o vídeo:

"Prison Break baré" ganha o mundo

Reprodução Facebook
Por Alessandro Pereira

Brayan Bremer que ficou conhecido como "o fugitivo do Facebook", continua foragido e chegou a ser trandigns topics no Twitter. Brayan ficou famoso ao postar fotos durante a fuga do presídio no meio do mato com outros detentos o que gerou muitos memes.
Reprodução Facebook
Reprodução Facebook
Reprodução Facebook
Reprodução Facebook
O post do foragido ganhou muita visibilidade inclusive ganhando destaque em jornais internacionais, que demostra a ousadia de Brayan ao zombar da policia durante a fuga.

Reprodução: BBC

Reprodução: Real News

Reprodução: Mail Online

Rebelião no Compaj chega ao fim

Foto: Divulgação
Terminou por volta das 8h30 da manhã desta segunda-feira (02/01/17), a rebelião dos detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, confirmou a informação.
Após a liberação dos últimos reféns, policiais da tropa de choque e da Rocam entraram no local e contornaram a situação. De acordo com Sérgio Fontes, os presos já estão contidos e em breve será iniciado o processo de contagem para saber quantos detentos fugiram do complexo e também para saber quantos foram mortos. Sobre as mortes, o secretário afirmou que o número varia de 50 a 60 "no máximo".
Para Fontes, o principal motivo da rebelião foi o narcotráfico. “As organizações criminosas que se alimentam do tráfico fazem seus planos baseados nos seus interesses e isso culminou nessa tragédia. Infelizmente essa é uma realidade que já aconteceu em outros estados nós entendemos que isso é um problema do Governo Federal. O que nós vivemos hoje foi mais um capítulo da disputa pelo tráfico de substâncias entorpecentes no Amazonas”, contou.
No inicio da manhã, o comandante do Policiamento Especializado (CPE), tenente-coronel Cleitman Rabelo informou que pelo menos 80 pessoas haviam sido mortas durante a rebelião de detentos do Compaj, localizado no Km 8 da BR-174. O ex-policial Moacir Jorge da Costa, o “Moa”, foi esquartejado em sua cela durante o motim.
12 agentes penitenciários foram mantidos reféns, destes 5 foram liberados durante a madrugada e o restante pela manhã desta segunda-feira. A água que alimenta o presídio foi cortada e os presos exigiram que seus processos criminais sejam revistos e que alguns presos do semiaberto voltem ao regime fechado. Durante toda a madrugada a movimentação em frente ao Compaj foi intensa. Viaturas da polícia e IML estiveram durante toda a noite no local, assim como os familiares.
Em coletiva de imprensa na noite deste domingo, o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, revelou que uma guerra interna entre as facções Família do Norte (FDN) e Primeiro Comando da Capital (PCC) causou o que Fontes chamou de massacre. "Eu digo massacre porque seis mortos pra mim já é um massacre". "Tudo indica que foi ataque de uma facção maior contra uma menor, para eliminar a concorrência", contou.
O caos que afetou o sistema prisional neste domingo, com uma fuga em massa do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e uma rebelião sangrenta no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), pode ter sido uma ação combinada entre os detentos, de acordo com o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes.
Segundo ele, a fuga em massa no Ipat "provavelmente foi cortina de fumaça para que pudessem atacar alvos do PCC no Compaj".

Fonte: ACrítica
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