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"Prison Break baré" ganha o mundo

Reprodução Facebook
Por Alessandro Pereira

Brayan Bremer que ficou conhecido como "o fugitivo do Facebook", continua foragido e chegou a ser trandigns topics no Twitter. Brayan ficou famoso ao postar fotos durante a fuga do presídio no meio do mato com outros detentos o que gerou muitos memes.
Reprodução Facebook
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O post do foragido ganhou muita visibilidade inclusive ganhando destaque em jornais internacionais, que demostra a ousadia de Brayan ao zombar da policia durante a fuga.

Reprodução: BBC

Reprodução: Real News

Reprodução: Mail Online

Rebelião no Compaj chega ao fim

Foto: Divulgação
Terminou por volta das 8h30 da manhã desta segunda-feira (02/01/17), a rebelião dos detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). Em entrevista a uma rádio local, o secretário de Segurança Pública do Amazonas, Sérgio Fontes, confirmou a informação.
Após a liberação dos últimos reféns, policiais da tropa de choque e da Rocam entraram no local e contornaram a situação. De acordo com Sérgio Fontes, os presos já estão contidos e em breve será iniciado o processo de contagem para saber quantos detentos fugiram do complexo e também para saber quantos foram mortos. Sobre as mortes, o secretário afirmou que o número varia de 50 a 60 "no máximo".
Para Fontes, o principal motivo da rebelião foi o narcotráfico. “As organizações criminosas que se alimentam do tráfico fazem seus planos baseados nos seus interesses e isso culminou nessa tragédia. Infelizmente essa é uma realidade que já aconteceu em outros estados nós entendemos que isso é um problema do Governo Federal. O que nós vivemos hoje foi mais um capítulo da disputa pelo tráfico de substâncias entorpecentes no Amazonas”, contou.
No inicio da manhã, o comandante do Policiamento Especializado (CPE), tenente-coronel Cleitman Rabelo informou que pelo menos 80 pessoas haviam sido mortas durante a rebelião de detentos do Compaj, localizado no Km 8 da BR-174. O ex-policial Moacir Jorge da Costa, o “Moa”, foi esquartejado em sua cela durante o motim.
12 agentes penitenciários foram mantidos reféns, destes 5 foram liberados durante a madrugada e o restante pela manhã desta segunda-feira. A água que alimenta o presídio foi cortada e os presos exigiram que seus processos criminais sejam revistos e que alguns presos do semiaberto voltem ao regime fechado. Durante toda a madrugada a movimentação em frente ao Compaj foi intensa. Viaturas da polícia e IML estiveram durante toda a noite no local, assim como os familiares.
Em coletiva de imprensa na noite deste domingo, o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, revelou que uma guerra interna entre as facções Família do Norte (FDN) e Primeiro Comando da Capital (PCC) causou o que Fontes chamou de massacre. "Eu digo massacre porque seis mortos pra mim já é um massacre". "Tudo indica que foi ataque de uma facção maior contra uma menor, para eliminar a concorrência", contou.
O caos que afetou o sistema prisional neste domingo, com uma fuga em massa do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) e uma rebelião sangrenta no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), pode ter sido uma ação combinada entre os detentos, de acordo com o secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes.
Segundo ele, a fuga em massa no Ipat "provavelmente foi cortina de fumaça para que pudessem atacar alvos do PCC no Compaj".

Fonte: ACrítica

Compaj e Ipat em alteração

Foto: Divulgação
Manaus - Uma rebelião tomou conta do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) no início da tarde deste domingo (01/01/2017). De acordo com informações da polícia, pelo menos 12 agentes penitenciários eram mantidos reféns.
A movimentação no presídio começou ainda no início da tarde. De acordo com informações da SSP, os corpos de seis pessoas - ainda não identificadas - foram jogados para fora do presídio, sem as cabeças.
A situação no local continua tensa, e pelo menos 4 reféns foram liberados por volta das 20h. Segundo uma fonte da PM que pediu para não ser identificado, pelo menos 60 pessoas da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) foram executadas por presos do grupo rival Família do Norte (FDN).
O secretário de Administração Prisional (Seap), Pedro Florêncio, voa, nesse momento, de Brasília para Manaus.
Mais cedo, cerca de 20 presos conseguiram fugir do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), que também fica no complexo penitenciário na BR-174.
Segundo fontes do sistema prisional, a ordem dada pelos líderes da FDN era para que todo o sistema prisional do Amazonas “lombrasse”. Mas as ações da SSP e da SEAP conseguiram evitar que as outas cadeias também tivessem rebelião.

Por Alessandro Pereira com informações da assessoria
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